Segurança

Segurança de dados: o que você precisa saber #1

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Se você tem uma conta no Instagram, LinkedIn, Spotify, Airbnb ou em qualquer outro serviço que peça informações suas para criar um login e uma senha, provavelmente você recebeu uma série de e-mails entre 2017 e 2018 sobre atualizações nos termos de uso e privacidade desses aplicativos. Temos aqui o ponto de partida sobre o tema segurança de dados.

Desde que a União Europeia aprovou seu novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR), vários serviços tiveram que readequar seus termos de uso para satisfazer os novos parâmetros para o tratamento de segurança de dados pessoais de usuários de serviços digitais. Em resumo, a GDPR tenta deixar mais transparente a manipulação e o trânsito que as informações pessoais dos usuários sofrem ao serem enviados para servidores e bancos de dados de qualquer serviço ou aplicativo.

Com camadas adicionais de consentimento e conscientização, usuários de redes sociais, por exemplo, podem exigir detalhes sobre o tipo de empresa que está obtendo informações para direcionar campanhas de publicidade, e que tipo de informações são essas. Parece óbvio, mas dificilmente percebemos a quantidade de informações pessoais que deixamos registradas na internet conforme acessamos produtos e serviços.

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Segurança de dados pessoais na internet.

O Spotify, famoso serviço de streaming musical, consegue levantar perfis de usuários com base no tipo de música mais escutada. Já o Facebook mapeia preferências políticas com tamanha precisão que direcionar notícias específicas é tão comum que os usuários acabam criando “bolhas” sociais em seus perfis.

A GDPR ajuda a deixar esse tipo de rastreamento menos invasivo e com consequências mais transparentes para quem tem seus dados coletados. Várias ferramentas já usam diversos recursos de segurança e privacidade para garantir que esses dados sejam protegidos e que apenas o necessário para o funcionamento do aplicativo seja exposto.

As escolas na era da segurança de dados

A vida dos alunos cada vez mais ganha implementos digitais para o aprendizado: desde lições de inglês e espanhol no Duolingo, até exercícios de matemática e português no Aprimora, a quantidade de aplicativos e sites que trazem novos conteúdos e exercícios é enorme. Qualquer escola entende o impacto que esses recursos digitais desempenham na educação.

Entretanto, eles não estão imunes à GDPR. Assim como qualquer rede social ou aplicativo, as tecnologias educacionais lidam com dados pessoais de alunos e professores. Esses dados precisam ser protegidos e utilizados com transparência e consentimento por todas as partes. Um dos itens da GDPR, por exemplo, torna obrigatória a portabilidade dos dados, ou seja, o aluno pode ser capaz de solicitar que todos os seus registros em um aplicativo ou rede social sejam compactados e baixados.

A segurança de dados é um tema de extrema importância para as escolas: elas podem acabar se responsabilizando por um volume imenso de dados, já que cada aluno faz uso de aplicativos e serviços quando está sob a tutela da instituição. Investir em um serviço que proporcione camadas adicionais para proporcionar essa segurança pode fazer toda a diferença se os educadores optarem por introduzir as tecnologias educacionais de última geração para os alunos.

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segurança de dados na escola

Esse texto é a primeira parte de uma série de postagens sobre segurança de dados. Em breve, a parte 2 estará disponível aqui no blog do Hub Educacional!

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